Coreias querem entrar em guerra -
China pede calma dos países rivais


A Coreia do Norte afirmou que está pronta para a guerra e os Estados Unidos enviaram um porta-aviões para realizar manobras de guerra com a Coreia do Sul. No entanto, a Casa Branca espera apoio da China para uma saída diplomática para a crise.

Além do porta-aviões, os EUA mobilizaram navios para participar dos exercícios junto com a Coreia do Sul no domingo. A demonstração de força do Estado americano é uma tentativa de evitar novos ataques norte-coreanos. O regime comunista bombardeou uma ilha do país vizinho e afirmou que está pronto para o confronto armado.

A artilharia matou dois militares e dois civis sul-coreanos. Já a Casa Branca acredita que o ataque está ligado à sucessão da liderança do país comunista e pediu apoio da China para acalmar a tensão.



A ilha de Yeonpyeong foi atacada foi forças norte-coreanas, dando início às tensões na região
A ilha de Yeonpyeong foi atacada foi forças norte-coreanas, dando início às tensões na região

A posição da China a respeito da crise entre a Coreia do Norte e a Coréia do Sul pode ser decisiva, dizem especialistas. Aliados dos norte-coreanos, os chineses não têm interesse numa guerra, por razões econômicas e por temer as consequências que isso significaria. 


Para o especialista em assuntos militares e armas Roberto Godoy, o silêncio da China até o momento indica que o país está agindo nos bastidores para apaziguar os ânimos. Entrevistado por José Paulo de Andrade e Milton Blay no Jornal da Bandeirantes Gente, o jornalista também analisou as chances de cada parte num eventual conflito armado, que considera improvável.

A Coreia do Norte tem 1 milhão de homens e mulheres no exército, um dos mais numerosos do mundo, sendo mais de 100 mil altamente treinados. Já as forças sul-coreanas são bem menores, mas a parceria estratégica com os Estados Unidos deu ao país equipamentos de guerra a que só Israel também tem acesso.

Redator: Roberto Saraiva



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Solidariedade é lei da vida.

Hoje consegues apoiar alguns, amanhã, talvez precisarás do apoio de todos."